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Musculação x localizada
Qual será a modalidade que traz mais benefícios para as mulheres?
Por Laura Cavallieri • 27/08/2007
Na hora de entrar em forma, as mulheres não poupam esforços nas salas das academias. Não há ferro que as assuste e não há peso que as desanime. Nessa busca suada pelo corpo perfeito, surge a dúvida cruel: vale mais investir na musculação ou se concentrar na localizada? Qual será o melhor exercício para elas?
Apesar de muito diferentes, os dois exercícios proporcionam resultados surpreendentes no corpo. "Tanto a musculação quanto a ginástica localizada permitem um gasto energético de aproximadamente 300 calorias por hora", afirma o coordenador da rede de academias carioca A! Body Tech, Eduardo Netto. O ideal, é claro, seria conciliar os dois. Mas, como geralmente falta tempo - e a preguiça não permite - a escolha deve ser feita de acordo com seus objetivos. Para facilitar a decisão, e evitar o abandono precoce da academia, colocamos na balança os prós e contras das duas atividades.
Pegando pesado
Modalidade até pouco tempo restrita à ala masculina, a musculação ganha novas adeptas a cada dia. "Aquela idéia de que quem faz musculação fica com músculos exagerados é errada. Por mais que malhe, a mulher não tem testosterona suficiente para ficar com um corpo masculinizado. Isto nunca vai acontecer, a não ser que ela tome hormônios", esclarece Alessandro Sampaio, coordenador de avaliação da rede de academias Rio Sport Center, no Rio de Janeiro.
Desfeito o equívoco, não demorou para que as salas lotassem e a prática da musculação fosse, inclusive, indicada pelos médicos. Está comprovado que ela ajuda a combater a osteoporose, melhora a força física da mulher e sua auto-estima. "Hoje, as mulheres são donas de casa, profissionais e mães. É preciso ter um corpo forte para agüentar o dia-a-dia. E a musculação colabora com isso", explica o professor Eduardo Netto, coordenador da rede A! Body Tech.
Alessandro Sampaio também atenta para o fato de as academias estarem mais atrativas para o público feminino, com aparelhos adequados às suas necessidades. "Não é à toa que temos mais alunas do que alunos disputando os aparelhos", revela Alessandro. Eduardo Netto complementa: "As mulheres têm uma preocupação enorme com os membros inferiores, usam muito as cadeiras extensoras e flexoras, e as abdutoras e adutoras". Nas séries que desenvolve para suas alunas na Rio Sport Center, Alessandro adequa o programa ao objetivo de cada uma. "Os exercícios são elaborados para serem feitos individualmente, então, são mais específicos e seguros. Isto possibilita que mulheres de mais de 60 anos façam musculação, o que dificilmente se vê nas aulas de localizada", afirma o professor.
Apesar de tantas vantagens, não é qualquer pessoa que se adapta à prática. Para conquistar um corpo definido, é preciso comprometimento e disposição. "Diferentemente da ginástica localizada, na musculação a aluna não conta com um grupo. O que pode desmotivar. Para evitar o problema, é fundamental modificar as séries, de preferência a cada dois meses. Além disso, nossos músculos se adaptam ao esforço. Mudando o estímulo com novos exercícios, o corpo responde melhor", explica Alessandro Sampaio.
Apesar de muito diferentes, os dois exercícios proporcionam resultados surpreendentes no corpo. "Tanto a musculação quanto a ginástica localizada permitem um gasto energético de aproximadamente 300 calorias por hora", afirma o coordenador da rede de academias carioca A! Body Tech, Eduardo Netto. O ideal, é claro, seria conciliar os dois. Mas, como geralmente falta tempo - e a preguiça não permite - a escolha deve ser feita de acordo com seus objetivos. Para facilitar a decisão, e evitar o abandono precoce da academia, colocamos na balança os prós e contras das duas atividades.
Pegando pesado
Modalidade até pouco tempo restrita à ala masculina, a musculação ganha novas adeptas a cada dia. "Aquela idéia de que quem faz musculação fica com músculos exagerados é errada. Por mais que malhe, a mulher não tem testosterona suficiente para ficar com um corpo masculinizado. Isto nunca vai acontecer, a não ser que ela tome hormônios", esclarece Alessandro Sampaio, coordenador de avaliação da rede de academias Rio Sport Center, no Rio de Janeiro.
Os exercícios são elaborados para serem feitos individualmente, então, são mais específicos e seguros. Isto possibilita que mulheres de mais de 60 anos façam musculação, o que dificilmente se vê nas aulas de localizada
Desfeito o equívoco, não demorou para que as salas lotassem e a prática da musculação fosse, inclusive, indicada pelos médicos. Está comprovado que ela ajuda a combater a osteoporose, melhora a força física da mulher e sua auto-estima. "Hoje, as mulheres são donas de casa, profissionais e mães. É preciso ter um corpo forte para agüentar o dia-a-dia. E a musculação colabora com isso", explica o professor Eduardo Netto, coordenador da rede A! Body Tech.
Alessandro Sampaio também atenta para o fato de as academias estarem mais atrativas para o público feminino, com aparelhos adequados às suas necessidades. "Não é à toa que temos mais alunas do que alunos disputando os aparelhos", revela Alessandro. Eduardo Netto complementa: "As mulheres têm uma preocupação enorme com os membros inferiores, usam muito as cadeiras extensoras e flexoras, e as abdutoras e adutoras". Nas séries que desenvolve para suas alunas na Rio Sport Center, Alessandro adequa o programa ao objetivo de cada uma. "Os exercícios são elaborados para serem feitos individualmente, então, são mais específicos e seguros. Isto possibilita que mulheres de mais de 60 anos façam musculação, o que dificilmente se vê nas aulas de localizada", afirma o professor.
Apesar de tantas vantagens, não é qualquer pessoa que se adapta à prática. Para conquistar um corpo definido, é preciso comprometimento e disposição. "Diferentemente da ginástica localizada, na musculação a aluna não conta com um grupo. O que pode desmotivar. Para evitar o problema, é fundamental modificar as séries, de preferência a cada dois meses. Além disso, nossos músculos se adaptam ao esforço. Mudando o estímulo com novos exercícios, o corpo responde melhor", explica Alessandro Sampaio.
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