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Embora existam vários tipos de planos, os preferidos de quem comercializa e de quem adquire são os VGBLs e os PGBLs. Os programas VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) representam a quase totalidade das aplicações que as pessoas estão fazendo. Eles nasceram em 1998. Estão ainda na primeira infância. São os chamados planos de contribuição definida e são praticamente iguais, embora com uma diferença fundamental que é a tributação do Imposto de Renda.
O PGBL é indicado para quem faz a declaração completa de IR, pois permite abater o valor investido da base de cálculo do Imposto de Renda, até o máximo de 12%. Como esse plano é interessante para assalariados, não se deve esquecer que no limite de 12% já estão inclusas as contribuições para a previdência oficial.
O VGBL é indicado para quem faz a declaração do Imposto de Renda pelo modelo simplificado, o que é o caso da maioria dos autônomos no Brasil. Não permite nenhuma dedução extra além do desconto padrão. Esse é o produto de previdência mais vendido no Brasil.
O dinheiro nesses planos de contribuição definida pode ser resgatado de uma vez ou em parcelas mensais.
Lembre-se que em nenhum dos dois casos há rentabilidade fixa ou mínima. Tudo depende do mercado, dos aportes que você faz ou das habilidades do gestor. É possível escolher o perfil dos fundos que melhor se adequar a você, com maior aplicação em renda fixa ou ações. A participação das ações nos fundos mistos não pode ultrapassar 49%.
Existem ainda outros tipos de planos, mas representam pequeníssima fatia do mercado. Cerca de 1%, segundo a Fenaprevi. São eles: os VRGPs (Vida com Remuneração Garantida e Performance), os VAGPs (Vida com Atualização Garantida e Performance), os PAGPs (Planos de atualização garantida e Performance), os PRGPs ((Planos de remuneração garantida e performance) e os FAPIs (Fundos de Aposentadoria Programada Individual).
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Eliana Bussinger é autora do livro “As Leis do Dinheiro para Mulheres”. A financista dá dicas focadas na realidade das mulheres brasileiras sobre como se comportar para desfrutar o dinheiro da melhor maneira sem deixar de investir no futuro  Leia mais deste autor.
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