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Ano novo, carro novo
Virar o ano motorizada é o sonho de muita gente. Para o possante não virar abóbora antes do tempo, o Bolsa foi falar com quem está na estrada e entende de máquina. Veja então como não derrapar na hora da compra de seu carro novo.
Por Maíra Donnici • 06/12/2004
Carro novo é que nem namoro. No começo, você pisa fundo! Anda com ele para todo lugar e exibe orgulhosa a aquisição, cheia de cuidados. Fica até difícil imaginar como você viveu esse tempo todo sem ele. Mas é bom apertar o cinto, porque, a partir de certa quilometragem, surgem os problemas. Quando o seu carro já está tão capenga, que passa mais tempo na oficina do que dentro da garagem, você logo pensa que deveria ter sido mais exigente na hora da compra, certo? Afinal, não dá para confiar em veículo que só pega no tranco - levante as mãos para o céu se esse problema é só com o seu carro. Se, ultimamente, você tem batido ponto na oficina – no bom sentido, claro – ou está descontente com o automóvel que dirige, é porque chegou o momento de trocá-lo. O Bolsa, então, dá um empurrãozinho para você engatar a marcha, sem errar na investida.
Comprar um veículo zero quilômetro a cada ano é uma maravilha. No entanto, como estar motorizada em um automóvel novinho é privilégio de poucas, só mesmo com uma boa oportunidade. Se ela está custando a aparecer, aqui vai uma boa notícia: "O fim do ano é uma época favorável para quem quer trocar de carro. Os que recebem décimo terceiro podem usar o dinheiro como entrada na compra. Também é bom pensar no depois: o IPVA a ser pago é menor, porque se refere somente aos meses restantes", explica o vendedor Fábio Peixoto, da Concessionária Fiat Delsul, no Rio de Janeiro. E não freia por aí: no final do ano, as promoções seguem a toda velocidade. "As concessionárias precisam liquidar o estoque de veículos antigos para dar espaço aos modelos do ano seguinte", afirma Fábio.
Saia do ponto morto e engate a primeira, chegou o momento de se desfazer do seu carro antigo. Para não andar de ré e ficar no prejuízo, é aconselhável fazer uma avaliação do estado do seu veículo, e ver se ele precisa de um trato antes de ser colocado à venda. "O carro tem que ser submetido a uma análise de tudo: quilometragem, aparência da lataria, pneus, motor, peças. A partir daí, coloca-se um preço, tendo como base o valor de um modelo do mesmo ano no mercado. Dependendo das condições, fazer reparos ajuda", esclarece Fábio Peixoto. Feita a avaliação - de preferência, em mais de um lugar –, coloque agora a segunda para consumar a negociação. Nesse caso, você mesma pode vender o seu carro e usar o dinheiro na compra de outro, ou usá-lo como entrada. Fica a critério do bolso – ou melhor, da bolsa – da freguesa.
Pronto! Agora mais uma etapa se aproxima. Passe a terceira marcha e siga para o mercado automotivo. Tudo bem que nenhuma mulher quer desfilar por aí em um carro que não seja a sua cara, mas nessa hora, é preferível deixar a aparência de lado e tratar dos aspectos técnicos. Segundo o vendedor Marcos Aquino, da Ford Caer Automóveis, no Rio de Janeiro, a maioria das mulheres não prioriza questões fundamentais que poderiam poupá-las de gastos e aborrecimentos futuros. Assim sendo, antes de qualquer coisa, tente se informar sobre o funcionamento do motor de cada carro, gasto por litro, a esticada das marchas, a melhor opção de combustível, ou mesmo a assistência técnica. "Existem carros para diversos fins. Se a pessoa quer velocidade, vai buscar um motor com mais cilindradas. Agora, se o objetivo é economia, um motor 1.0 é uma boa pedida, por ser mais barato e gastar menos combustível", ensina o vendedor. Marcos conta que alguns carros já são bicombustíveis, ou seja, funcionam a gasolina e a álcool. Além disso, quem quer poupar pode instalar um kit gás, uma alternativa bem mais barata de combustível.
Pule para a quarta marcha e vá em direção às suas necessidades, que podem ir do mais simples acessório a aspectos essenciais, como o preço do carro e o custo da manutenção. Isso mesmo, é preciso estar atenta aos mínimos detalhes. "Antes de ir a uma concessionária, é bom pesquisar os anúncios de jornal, sobretudo nos fins de semana, devido ao grande número de ofertas. Uma dica é procurar por marcas que favoreçam em custo-benefício, como o tempo de garantia, manutenção, mão-de-obra, preço e disponibilidade de peças. Todos esses fatores devem ser levados em conta", aconselha o vendedor Marcos Aquino, que também atenta para questões como resistência, conforto e segurança. "Os modelos variam de acordo com as condições dos clientes. Para ter uma prévia de cada opção, eu recomendo fazer um test-drive", diz Marcos.
Chega de esticar a marcha! Vamos ao que interessa: os acessórios que toda mulher adora! Visando o segmento feminino, a indústria automotiva tem se voltado às exigências das mulheres. Por esse motivo, cada vez mais marcas desenvolvem modelos equipados com espelhos por todos os lados, inúmeros compartimentos, gavetas, portas-garrafa, tudo para agradar o mulheril. "Existe toda uma gama de elementos voltados para a mulher, como tons mais claros, tecidos de estofamento e até bancos com mais inclinação para colocar as compras", explica a vendedora Néia Rosa, da Concessionária Volkswagen Disnave, no Rio de Janeiro, que garante a possibilidade de fechar uma compra sem gastos extras com os frufrus. "Tem que saber negociar, pedir desconto, promoções e tudo o que se tem direito", alega Néia. Portanto, não durma no trânsito. Fique de olho nas melhores ofertas e pé na tábua rumo ao seu carro novo.
Maíra Donnici   Leia mais deste autor.
Comprar um veículo zero quilômetro a cada ano é uma maravilha. No entanto, como estar motorizada em um automóvel novinho é privilégio de poucas, só mesmo com uma boa oportunidade. Se ela está custando a aparecer, aqui vai uma boa notícia: "O fim do ano é uma época favorável para quem quer trocar de carro. Os que recebem décimo terceiro podem usar o dinheiro como entrada na compra. Também é bom pensar no depois: o IPVA a ser pago é menor, porque se refere somente aos meses restantes", explica o vendedor Fábio Peixoto, da Concessionária Fiat Delsul, no Rio de Janeiro. E não freia por aí: no final do ano, as promoções seguem a toda velocidade. "As concessionárias precisam liquidar o estoque de veículos antigos para dar espaço aos modelos do ano seguinte", afirma Fábio.
Saia do ponto morto e engate a primeira, chegou o momento de se desfazer do seu carro antigo. Para não andar de ré e ficar no prejuízo, é aconselhável fazer uma avaliação do estado do seu veículo, e ver se ele precisa de um trato antes de ser colocado à venda. "O carro tem que ser submetido a uma análise de tudo: quilometragem, aparência da lataria, pneus, motor, peças. A partir daí, coloca-se um preço, tendo como base o valor de um modelo do mesmo ano no mercado. Dependendo das condições, fazer reparos ajuda", esclarece Fábio Peixoto. Feita a avaliação - de preferência, em mais de um lugar –, coloque agora a segunda para consumar a negociação. Nesse caso, você mesma pode vender o seu carro e usar o dinheiro na compra de outro, ou usá-lo como entrada. Fica a critério do bolso – ou melhor, da bolsa – da freguesa.
Pronto! Agora mais uma etapa se aproxima. Passe a terceira marcha e siga para o mercado automotivo. Tudo bem que nenhuma mulher quer desfilar por aí em um carro que não seja a sua cara, mas nessa hora, é preferível deixar a aparência de lado e tratar dos aspectos técnicos. Segundo o vendedor Marcos Aquino, da Ford Caer Automóveis, no Rio de Janeiro, a maioria das mulheres não prioriza questões fundamentais que poderiam poupá-las de gastos e aborrecimentos futuros. Assim sendo, antes de qualquer coisa, tente se informar sobre o funcionamento do motor de cada carro, gasto por litro, a esticada das marchas, a melhor opção de combustível, ou mesmo a assistência técnica. "Existem carros para diversos fins. Se a pessoa quer velocidade, vai buscar um motor com mais cilindradas. Agora, se o objetivo é economia, um motor 1.0 é uma boa pedida, por ser mais barato e gastar menos combustível", ensina o vendedor. Marcos conta que alguns carros já são bicombustíveis, ou seja, funcionam a gasolina e a álcool. Além disso, quem quer poupar pode instalar um kit gás, uma alternativa bem mais barata de combustível.
Pule para a quarta marcha e vá em direção às suas necessidades, que podem ir do mais simples acessório a aspectos essenciais, como o preço do carro e o custo da manutenção. Isso mesmo, é preciso estar atenta aos mínimos detalhes. "Antes de ir a uma concessionária, é bom pesquisar os anúncios de jornal, sobretudo nos fins de semana, devido ao grande número de ofertas. Uma dica é procurar por marcas que favoreçam em custo-benefício, como o tempo de garantia, manutenção, mão-de-obra, preço e disponibilidade de peças. Todos esses fatores devem ser levados em conta", aconselha o vendedor Marcos Aquino, que também atenta para questões como resistência, conforto e segurança. "Os modelos variam de acordo com as condições dos clientes. Para ter uma prévia de cada opção, eu recomendo fazer um test-drive", diz Marcos.
Chega de esticar a marcha! Vamos ao que interessa: os acessórios que toda mulher adora! Visando o segmento feminino, a indústria automotiva tem se voltado às exigências das mulheres. Por esse motivo, cada vez mais marcas desenvolvem modelos equipados com espelhos por todos os lados, inúmeros compartimentos, gavetas, portas-garrafa, tudo para agradar o mulheril. "Existe toda uma gama de elementos voltados para a mulher, como tons mais claros, tecidos de estofamento e até bancos com mais inclinação para colocar as compras", explica a vendedora Néia Rosa, da Concessionária Volkswagen Disnave, no Rio de Janeiro, que garante a possibilidade de fechar uma compra sem gastos extras com os frufrus. "Tem que saber negociar, pedir desconto, promoções e tudo o que se tem direito", alega Néia. Portanto, não durma no trânsito. Fique de olho nas melhores ofertas e pé na tábua rumo ao seu carro novo.
Maíra Donnici   Leia mais deste autor.
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