-
Colunistas
-
Últimos foruns
-
- Isaure,
4 anos, brinca de fazer compras na Passatempo.
Matérias relacionadas
Mesada: dar ou não dar?
Eles também querem dinheiro, mas é preciso ensinar como gastar
Por Laura Cavallieri • 12/08/2007
Se até pouco tempo atrás eles pediam brinquedos, figurinhas, ou um lanche no fast food, de uma hora para outra, o desejo muda: "Mãe, quero dinheiro". A idéia, que a princípio assusta muitos pais, pode se tornar, com o tempo, uma ótima oportunidade de ensinar os pequenos. Ela será a primeira experiência deles com dinheiro, e definirá que tipo de consumidor se tornarão. O difícil é saber quando começar, e quanto dar.
Fundadora do Mulherinvest, Sandra Blanco, além de consultora financeira, é mãe. Como boa consultora que é, Sandra tenta ensinar suas duas filhas a lidar com o dinheiro através de uma semanada. "A de 5 anos recebe R$ 5, e a mais velha, de 7, recebe R$ 7. Resolvi dar R$ 1 por cada ano de idade, por semana, depois que escutei falar sobre isso, e tem funcionado bem. Aumento a mesada a cada aniversário, e elas contam com isso", explica Sandra, que iniciou a prática há dois anos, época em que a mais nova tinha apenas 3 anos de idade. "Dava R$ 3 para ela, mas não deu certo. Como não guardava, acabava perdendo o dinheiro. Hoje, com 5, ela aceita. Tento transmitir a importância do dinheiro, e acho que elas têm aprendido", conta.
Sandra vem tentando desenvolver um ótimo hábito em suas filhas, porém, precocemente. A psicóloga educacional Ana Cristina Luzzi, do espaço Passatempo, Recreação e Estudo, alerta: "Dar mesada faz com que a criança desenvolva uma série de conhecimentos, mas é preciso saber quando começar. Não existe uma idade mínima, pois é necessário levar em consideração o conhecimento. Além disso, a criança precisa ter habilidade para lidar com o dinheiro, e interesse em gastar e economizar. Por volta dos sete, oito anos, esse interesse é despertado. Eles conseguem identificar de quanto é a nota, e sabem os preços das coisas, mas não o que é caro ou barato. Falta a noção do valor do dinheiro", explica Ana Cristina.
Localizado na zona sul de São Paulo, a Passatempo, espaço educacional voltado para recreação e estudo, estreita a ligação das crianças com o dinheiro através de jogos. "Damos notas de mentirinha para que eles brinquem de feirinha e supermercado. Assim, fazer contas fica mais fácil. Eles pegam o dinheiro e dão o troco, tudo muito natural. Isso desenvolve habilidades. Já numa segunda fase, jogos como o Banco Imobiliário são mais adequados. Eles trabalham a idéia de projeto, de planejamento. Mostram que não adianta comprar tudo de uma vez só, e ficar sem nada", sugere Ana Cristina Luzzi.
Fundadora do Mulherinvest, Sandra Blanco, além de consultora financeira, é mãe. Como boa consultora que é, Sandra tenta ensinar suas duas filhas a lidar com o dinheiro através de uma semanada. "A de 5 anos recebe R$ 5, e a mais velha, de 7, recebe R$ 7. Resolvi dar R$ 1 por cada ano de idade, por semana, depois que escutei falar sobre isso, e tem funcionado bem. Aumento a mesada a cada aniversário, e elas contam com isso", explica Sandra, que iniciou a prática há dois anos, época em que a mais nova tinha apenas 3 anos de idade. "Dava R$ 3 para ela, mas não deu certo. Como não guardava, acabava perdendo o dinheiro. Hoje, com 5, ela aceita. Tento transmitir a importância do dinheiro, e acho que elas têm aprendido", conta.
Sandra vem tentando desenvolver um ótimo hábito em suas filhas, porém, precocemente. A psicóloga educacional Ana Cristina Luzzi, do espaço Passatempo, Recreação e Estudo, alerta: "Dar mesada faz com que a criança desenvolva uma série de conhecimentos, mas é preciso saber quando começar. Não existe uma idade mínima, pois é necessário levar em consideração o conhecimento. Além disso, a criança precisa ter habilidade para lidar com o dinheiro, e interesse em gastar e economizar. Por volta dos sete, oito anos, esse interesse é despertado. Eles conseguem identificar de quanto é a nota, e sabem os preços das coisas, mas não o que é caro ou barato. Falta a noção do valor do dinheiro", explica Ana Cristina.
Eles trabalham a idéia de projeto, de planejamento. Mostram que não adianta comprar tudo de uma vez só, e ficar sem nada
Localizado na zona sul de São Paulo, a Passatempo, espaço educacional voltado para recreação e estudo, estreita a ligação das crianças com o dinheiro através de jogos. "Damos notas de mentirinha para que eles brinquem de feirinha e supermercado. Assim, fazer contas fica mais fácil. Eles pegam o dinheiro e dão o troco, tudo muito natural. Isso desenvolve habilidades. Já numa segunda fase, jogos como o Banco Imobiliário são mais adequados. Eles trabalham a idéia de projeto, de planejamento. Mostram que não adianta comprar tudo de uma vez só, e ficar sem nada", sugere Ana Cristina Luzzi.
bolsa de mulher no seu celular
downlevel description
This video requires the Adobe® Flash® Player. Download a free version of the player.
Últimos comentários
Comentários (1)
Para enviar sua resposta identifique-se ou então crie já o seu cadastro! É rápido, é fácil, é GRATUITO!
Últimas matérias
- Mulherinvest - Ano novo, emprego novo
- Beleza - De bem com o espelho
- Amor e Sexo - Amor de verão
- Mundo Melhor - Fernando de Noronha
- Corpo e Bem-estar - Dieta para desintoxicar
- Casa e Família - Agite as férias do seu filho
- Estilo de Viver - Charme nos pés
Novidades por email



Últimos blogs atualizados

Indicar Matéria
Imprimir Matéria
