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Sogras...
Vocês gostam do mesmo homem... Então, não tem jeito, tem que aguentar!
Por Taíssa Stivanin • 28/04/2008
Ponha uma abóbora na cabeça e vá animar um Halloween quem nunca teve um problema com a sogra. Não se culpe por isso. Esqueça o manual de como ser assertiva, a etiqueta da boa vida em sociedade e as aulas de ioga para administrar picos de stress. Ainda que você respire pelo diafragma o dia todo, tudo tem um limite. Mas não para as mães de nossos namorados, noivos e maridos, naturalmente. Para entender esse ser humano que se tornou mãe de um homem, é preciso primeiro interiorizar que por mais bolinhos de chuva que você frite no sábado na casa dela, por mais que capriche nos presentes de aniversário e por mais que minta que ela tem um corpinho ótimo, você sempre será uma inimiga. Uma intrusa, a ladra da atenção do objeto do amor incondicional dela. Se ele for filho único, você é uma destruidora de lares. Isso entendido, acenda uma vela para seu orixá se sua sogra a respeita (porque gostar não é possível). Ou se pelo menos a loucura dela é administrável. Porque muitas vezes não é.
Renata* achava que suportaria o apego, para não dizer grude, da sogra com o filhão, descendente de italianos. Casa cheia, mesa farta, melodrama e performances, muitas performances. Suportou, até o casamento. Data marcada, vestido provado, lista de presentes. Tudo estava lindo e nos conformes, até que Renata percebeu que não estava recebendo nada em casa. Estranhou, ligou para a loja. Qual não foi sua surpresa quando soube que a megera tinha trocado o endereço de entrega para a casa dela? Renata não mediu conseqüências. Pegou o carro, bateu na porta da casa do noivo e pegou a sogra pelo pescoço. Diante da cena digna de uma comédia de Totó, porque era real demais para lembrar Fellini, Renata foi controlada pelo seu futuro marido. O sogro assistia e incentivava a nora: "Ela merece! Ela merece!". Um pouco menos raivosa, a noiva descobriu que a Nona abriu os presentes. O casamento aconteceu assim mesmo, porque Renata deu sorte de o noivo entender e concordar quão absurda foi atitude da mãe dele. Mesmo assim, precisa encarar a macarronada de domingo até que a morte ou o juiz os separe.
Ter o filho da mãe a seu lado é uma sorte que nem todas têm. Algumas vezes mãe e filho formam uma dupla de algozes, ela voluntariamente e ele caindo na chantagem emocional dela. Se você deu o azar duplo de ter uma sogra megera e um namorado com pouca atitude, algo próximo de um farrapo, fuja enquanto é tempo. Isso não tem conserto, isso nunca vai mudar. Interiorize que você veio depois e, não, as pessoas não mudam. E se ele não assume que a mãe é um estorvo beirando os 30 anos, não vai mais pensar a respeito.
Renata* achava que suportaria o apego, para não dizer grude, da sogra com o filhão, descendente de italianos. Casa cheia, mesa farta, melodrama e performances, muitas performances. Suportou, até o casamento. Data marcada, vestido provado, lista de presentes. Tudo estava lindo e nos conformes, até que Renata percebeu que não estava recebendo nada em casa. Estranhou, ligou para a loja. Qual não foi sua surpresa quando soube que a megera tinha trocado o endereço de entrega para a casa dela? Renata não mediu conseqüências. Pegou o carro, bateu na porta da casa do noivo e pegou a sogra pelo pescoço. Diante da cena digna de uma comédia de Totó, porque era real demais para lembrar Fellini, Renata foi controlada pelo seu futuro marido. O sogro assistia e incentivava a nora: "Ela merece! Ela merece!". Um pouco menos raivosa, a noiva descobriu que a Nona abriu os presentes. O casamento aconteceu assim mesmo, porque Renata deu sorte de o noivo entender e concordar quão absurda foi atitude da mãe dele. Mesmo assim, precisa encarar a macarronada de domingo até que a morte ou o juiz os separe.
Ter o filho da mãe a seu lado é uma sorte que nem todas têm. Algumas vezes mãe e filho formam uma dupla de algozes, ela voluntariamente e ele caindo na chantagem emocional dela. Se você deu o azar duplo de ter uma sogra megera e um namorado com pouca atitude, algo próximo de um farrapo, fuja enquanto é tempo. Isso não tem conserto, isso nunca vai mudar. Interiorize que você veio depois e, não, as pessoas não mudam. E se ele não assume que a mãe é um estorvo beirando os 30 anos, não vai mais pensar a respeito.
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