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Estrias - parte 2
Atendendo aos recorrentes pedidos, o Bolsa foi atrás de informações e tratamentos que se propõem a acabar com as famigeradas estrias. Confira o que a medicina estética nos disponibiliza para esse exaustivo contra-ataque.
Por Ana Luiza Silveira • 25/08/2004
Ah, as polêmicas estrias. Essas horrorosas lesões na pele, que atacam as mais variadas regiões do corpo, deixando-o indiscretamente marcado, parecem mesmo ser invencíveis. Provocadas pela ruptura das fibras de colágeno e elastina, responsáveis pela tarefa de sustentar e dar elasticidade à pele, elas estão entre os problemas estéticos mais freqüentes entre mulheres de todas as idades, que buscam soluções diversas para acabar com elas – ou pelo menos escondê-las. Nas clínicas de estética e consultórios médicos, há tratamentos para todos os gostos: de peelings a raio laser. Mas será que eles realmente funcionam? Terão eles, por mais poderosos que sejam, os mesmos efeitos sobre todos os tipos de estrias? O Bolsa de Mulher resolveu investigar algumas dúvidas de nossas leitoras e foi atrás das melhores formas de combater essas marquinhas inconvenientes.
Para começo de conversa, pare e confira: de que cor são as suas estrias? Se elas ainda estão avermelhadas, bom sinal. É nessa fase que os tratamentos são mais eficazes, pois elas ainda estão no estágio inicial. Se já estiverem brancas, a coisa fica mais complicada: em estágio avançado, é muito mais difícil se ver livre delas. Porém, em ambos os casos, o melhor caminho é visitar o consultório de um dermatologista. "O tratamento de estrias é direcionado de acordo com o tipo, a largura e a extensão da estria. Elas variam de pessoa para pessoa. Dependendo do caso, são feitos tratamentos combinados, com técnicas simultâneas, para obter o melhor resultado", explica a dermatologista Karla Assed.
Na gravidez, período em que as estrias se potencializam, o melhor é evitar qualquer tratamento que venha a agredir a pele. A melhor tática a ser adotada é a da prevenção. Durante os nove meses de gestação, o ideal é hidratar bastante os seios, bumbum e braços com cremes à base de colágeno e elastina. Por serem sensíveis, os mamilos ficam de fora desse processo, pois correm o risco de ficarem muito finos e acabarem rachando durante a amamentação. Controlar o peso, para evitar que novas fibras de colágeno se rompam, através de uma dieta equilibrada e exercícios físicos, também são uma excelente alternativa.
Tratamento de estrias não é brincadeira, mas há quem resolva eliminar o problema por conta própria e arrisque tratar as estrias sem o aval médico, como a secretária Solange Xavier. Há três anos, ela resolveu eliminar suas estrias já esbranquiçadas – adquiridas na gravidez – em uma clínica de estética, mas sentiu mais efeito no bolso do que no corpo. "Não percebi nenhuma mudança nas minhas estrias com o tratamento que escolhi. Achei que sentiria alguma melhora, mas elas continuaram do jeito que estavam. Gastei R$ 640 com isso, mas eu faria novamente se descobrisse algum tratamento mais eficaz", comenta.
Por causa do efeito sanfona, a professora Patricia de Souza acabou ganhando estrias em diversas partes do corpo. Cansada de aplicar cremes e fazer dietas, resolveu buscar o auxílio de uma dermatologista, que indicou para seu caso a mesoterapia. "O tratamento foi um pouco incômodo, porque é longo e eu não sou muito fã de injeções, mas gostei muito do resultado. As estrias deram uma amenizada e a pele melhorou muito, fiquei bastante satisfeita", comenta. Já a assistente de importação Mayana Barbosa Maia, que tinha estrias no bumbum e nas coxas desde a adolescência, não ficou tão feliz assim. "Algumas das minhas estrias eram bem antigas e outras mais recentes. Fiz consulta médica na mesma clínica onde comecei o tratamento. Tomei injeções de ácido durante dez sessões, uma vez por semana, mas ao final do tratamento não percebi melhora alguma. Isso me custou em torno de R$1 mil. Se eu pudesse, faria vários outros tratamentos, mas tenho medo de não adiantar novamente e acabar jogando dinheiro fora", diz ela.
De acordo com a dermatologista Adriana Awada, nem sempre o resultado dos tratamentos aparece rapidamente. "Depende muito da estria e do tipo de pele. Para se obter algum resultado, devem ser feitas no mínimo dez sessões. Na verdade, as estrias precisam ser tratadas o mais rapidamente possível, enquanto ainda estão vermelhas, para se ter um bom efeito. Acho importante complementar o tratamento com o peeling, para potencializar o resultado e melhorar o estado da pele. É interessante, também, a aplicação de cremes à base de ácido retinóico, uma vez por dia, sob orientação médica", alerta. Há casos, segundo Adriana, em que é importante dar um bom intervalo – de dez a quinze dias – entre as sessões, para dar tempo de a pele se refazer.
Para começo de conversa, pare e confira: de que cor são as suas estrias? Se elas ainda estão avermelhadas, bom sinal. É nessa fase que os tratamentos são mais eficazes, pois elas ainda estão no estágio inicial. Se já estiverem brancas, a coisa fica mais complicada: em estágio avançado, é muito mais difícil se ver livre delas. Porém, em ambos os casos, o melhor caminho é visitar o consultório de um dermatologista. "O tratamento de estrias é direcionado de acordo com o tipo, a largura e a extensão da estria. Elas variam de pessoa para pessoa. Dependendo do caso, são feitos tratamentos combinados, com técnicas simultâneas, para obter o melhor resultado", explica a dermatologista Karla Assed.
Na gravidez, período em que as estrias se potencializam, o melhor é evitar qualquer tratamento que venha a agredir a pele. A melhor tática a ser adotada é a da prevenção. Durante os nove meses de gestação, o ideal é hidratar bastante os seios, bumbum e braços com cremes à base de colágeno e elastina. Por serem sensíveis, os mamilos ficam de fora desse processo, pois correm o risco de ficarem muito finos e acabarem rachando durante a amamentação. Controlar o peso, para evitar que novas fibras de colágeno se rompam, através de uma dieta equilibrada e exercícios físicos, também são uma excelente alternativa.
Tratamento de estrias não é brincadeira, mas há quem resolva eliminar o problema por conta própria e arrisque tratar as estrias sem o aval médico, como a secretária Solange Xavier. Há três anos, ela resolveu eliminar suas estrias já esbranquiçadas – adquiridas na gravidez – em uma clínica de estética, mas sentiu mais efeito no bolso do que no corpo. "Não percebi nenhuma mudança nas minhas estrias com o tratamento que escolhi. Achei que sentiria alguma melhora, mas elas continuaram do jeito que estavam. Gastei R$ 640 com isso, mas eu faria novamente se descobrisse algum tratamento mais eficaz", comenta.
Por causa do efeito sanfona, a professora Patricia de Souza acabou ganhando estrias em diversas partes do corpo. Cansada de aplicar cremes e fazer dietas, resolveu buscar o auxílio de uma dermatologista, que indicou para seu caso a mesoterapia. "O tratamento foi um pouco incômodo, porque é longo e eu não sou muito fã de injeções, mas gostei muito do resultado. As estrias deram uma amenizada e a pele melhorou muito, fiquei bastante satisfeita", comenta. Já a assistente de importação Mayana Barbosa Maia, que tinha estrias no bumbum e nas coxas desde a adolescência, não ficou tão feliz assim. "Algumas das minhas estrias eram bem antigas e outras mais recentes. Fiz consulta médica na mesma clínica onde comecei o tratamento. Tomei injeções de ácido durante dez sessões, uma vez por semana, mas ao final do tratamento não percebi melhora alguma. Isso me custou em torno de R$1 mil. Se eu pudesse, faria vários outros tratamentos, mas tenho medo de não adiantar novamente e acabar jogando dinheiro fora", diz ela.
De acordo com a dermatologista Adriana Awada, nem sempre o resultado dos tratamentos aparece rapidamente. "Depende muito da estria e do tipo de pele. Para se obter algum resultado, devem ser feitas no mínimo dez sessões. Na verdade, as estrias precisam ser tratadas o mais rapidamente possível, enquanto ainda estão vermelhas, para se ter um bom efeito. Acho importante complementar o tratamento com o peeling, para potencializar o resultado e melhorar o estado da pele. É interessante, também, a aplicação de cremes à base de ácido retinóico, uma vez por dia, sob orientação médica", alerta. Há casos, segundo Adriana, em que é importante dar um bom intervalo – de dez a quinze dias – entre as sessões, para dar tempo de a pele se refazer.
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